terça-feira, 11 de setembro de 2012

Kony 2012


Percam 30 minutos do vosso tempo para ver este vídeo porque vale a pena.
Kony tem de ser capturado e só conseguiremos isso se o dermos a conhecer às pessoas.
Vejam e divulguem!

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Por Favor Não Caia


"Por Favor Não Caia" é um projecto de parceria entre o INATEL e o PNF-Chi®, com a duração de 11 meses e desenvolvido por profissionais licenciados (fisioterapeuta, enfermeiros e nutricionistas).
Tem como objectivo proporcionar aos participantes um envelhecimento activo com sessões de exercício físico de baixo impacto através da técnica de PNF-Chi, sessões de esclarecimento sobre doenças e condições típicas da idade e sessões de ensino sobre hábitos de alimentação saudável. Com o intuito de prevenir as quedas, manter a funcionalidade/independência do idoso e promover um envelhecimento saudável.

Quem é responsável pela sua organização, planeamento e execução?


A instituição líder é o INATEL de Angra do Heroísmo em estreita parceria com o PNF-CHI® sendo suportada pelas seguintes parceiros


• Secretaria Regional da Saúde dos Açores

• Secretaria Regional do Trabalho e da Solidariedade dos Açores
• Câmara Municipal de Angra do Heroísmo Açores
• Centro de Saúde de Angra do Heroísmo
• Núcleos de Idosos do Concelho de Angra do Heroísmo
• Escola Superior de Saúde do Alcoitão

Conta também com inúmeros apoiantes dos quais destacamos:

- Via Oceânica
- Sotermáquinas
- Wellness Center do Hotel do Caracol


Quem pode participar?

É aberto a todos as pessoas do conselho de Angra do Heroísmo, com 60 anos ou mais, assim como os voluntários das freguesias dos centros de apoio aos idosos que o desejarem integrar. Este projecto não apresentará qualquer custo para os participantes nem para os respectivos núcleos/centros de todas as freguesias do concelho de Angra do Heroismo.
Para participar basta que se dirija ao centro/núcleo/casa do povo ou Junta de Freguesia da sua área de residência. 


Em que consiste?

Para cada núcleo/grupo (aplicado nas 19 freguesias do Concelho de Angra do Heroísmo reunindo 30 grupos de idosos num número superior a 1.000 participantes) o programa consistirá de variadas sessões aplicadas num horário adequado á rotina dos participantes:

• 2 classes semanais de PNF-Chi® com profissionais de fisioterapia;
• 1 sessão mensal sobre cuidados nutricionais com profissionais de nutrição;
• 1 sessão mensal sobre Cuidados Gerais de Saúde com profissionais de enfermagem;
• 1 sessão mensal de exercícios na piscina nas instalações do INATEL (com deslocamento incluído);
• Sessão de encerramento/convívio a concertar com o interesse das instituições.
Os participantes são encorajados a participar num estudo científico que conta com variados períodos de avaliação para monitorizar os ganhos obtidos ao longo do projecto.

O que é o PNF-Chi
®?

O PNF-Chi®, técnica desenvolvida na Terceira-Açores, é uma forma de exercício de baixo impacto de mobilização activa global, criada e desenvolvida na Terceira pelos fisioterapeutas Eva Albuquerque e Paulo Araújo. É uma abordagem de mobilização activa global que associa a lentidão dos movimentos e o controlo respiratório do Tai Chi Chuan segundo os princípios do padrão neurofisiológicos do movimento normal em diagonal de Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (Proprioceptive Neuromuscular Facilitation – PNF). Tem como objectivos principais a integração corporal, o relaxamento, o ganho de flexibilidade e força, o controlo respiratório, o equilíbrio postural, o autoconhecimento corporal e a coordenação.


Mais informações: www.pnfchi.com



quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Actividade “Envelhecimento Activo" - 19 de Julho de 2012

No dia 19 de Julho, o meu Grupo de Jovens "Os Mensageiros" uniram-se aos idosos do Centro de Convívio das Lajes proporcionando-lhes um dia de convívio e de alegria desenvolvendo durante a tarde actividades apropriadas para este grupo alvo.

A prova de cultura geral, de matemática, o jogo do labirinto e do iogurte, o jogo de derrubar as latas e acertar com os novelos de lã no cesto, foram alguns dos desafios que os idosos realizaram afincadamente e com boa disposição.

O grupo pretendia com esta actividade a promoção e estimulação cognitiva e o desenvolvimento motor  do indivíduo. Incentivá-los para o exercício físico e criatividade, apelando-os para que continuem a desempenhar um papel activo na sociedade.
Sensibilizá-los para viverem uma vida o mais saudável e gratificante possível, demonstrando-lhes algumas actividades simples que deverão executar frequentemente nos centros de convívios e de dia.

Com isto, pudemos retirar-lhes da monotonia do seu quotidiano, oferecendo-lhes uma tarde de boa disposição, de alegria e ao mesmo tempo pudemos desenvolver um pouco as suas capacidades que com o processo de envelhecimento vão sendo cada vez mais deficientes.

A convivência intergeracional é deveras importante, pois os mais velhos têm muito que nos ensinar, mas nós, jovens, também temos muito para lhes oferecer.


"Respeitar as pessoas idosas é tratar o próprio futuro com respeito."

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Passeio da Memória 2012


A Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo e o Grupo de Psicomotricistas da Ilha Terceira organizam, em parceria com a Alzheimer Portugal, o Passeio da Memória nos Açores.

No dia 30 de Setembro, pelas 15:00h na Marginal da Praia da Vitória, junte a família e os amigos e venha caminhar por esta causa. Lutamos por um diagnóstico atempado da Doença de Alzheimer e por uma sociedade que integre as Pessoas com Demência e reconheça os seus Direitos. 

Inscrições

Inscreva-se até dia 30 de Setembro, através do e-mail: passeiomemoriailhaterceira@sapo.pt

Inscrição: 2€ por participante

Para mais informações contacte: 967258588 ou 915772360.
Vamos caminhar por esta causa!
 Contamos consigo!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Artigo "Mais Velhos e Mais Longevos"

  
   Vi com a máxima atenção um programa que trabalhava o tema do envelhecimento. Bem a propósito. O Governo do nosso País acaba de aprovar o Testamento Vital. E os nossos velhos, cada vez com idades mais avançadas devido ao desenvolvimento da arte médica, bem como a outros factores, precisavam com urgência de medidas jurídicas que, na fase final das suas vidas preciosas, os protegessem de exageros vindos dos mais diversos sectores e/ou pessoas - profissionais, familiares ou outros.           
    Quando falo de velhos refiro-me a idosos, com autonomia ou sem ela. E gosto da palavra “velho” porque me transporta aos tempos de respeito, carinho e cuidado familiar com que eram tratados e que muitos de nós nos lembramos e ansiamos que tenha retorno.             
Assim, naquele programa de um dos canais de TV, Maria João Quintela falou de rijo e não poupou ninguém, tanto nas críticas ao abandono a que os mais velhos de nós são sujeitos neste País, como à forma como são usados para campanhas políticas ridicularizando-os com infantilidades desadequadas para proveito dos senhores políticos que querem encher recintos onde dirão palavras que não precisam ser ouvidas pois já poucos nelas estão interessados.           
     Gosto de gente que fala sem medo. São raras nos tempos de hoje. Foi dito: milhares e milhares de idosos são abandonados em hospitais por familiares. Há lares para a terceira idade que não permitem visitas sem aviso prévio. Há velhos que recorrem a um lar para viver, entram de cabeça erguida e dias depois estão numa cadeira a olhar para o chão. Isto merece um NÃO a esta maneira de ver e tratar a nossa população envelhecida.             
     Quem vai resolver esta tragédia humana? Não contem com casas de acolhimento manhosas. Não acreditem que os responsáveis pelas grandes questões do País pensam seriamente nisto. Talvez esta tarefa deva ser remetida para Organizações Humanitárias com provas dadas. Porque não?        
     Quando somos jovens, ou mesmo na meia idade, não nos detemos muito a pensar sobre o que será e como será o nosso fim. Brincamos com o tempo, queremos encher-nos de objectos e outros pertences que o dinheiro nos pode dar, olhamos os outros com amizade mas também como prestadores de serviços a que entendemos ter direito...
    Mas, um dia a doença ou a idade entram-nos pela porta e não nos tínhamos prevenido. Entramos num mundo desconhecido, de medo e solidão. Os objectos a que demos tanto valor perdem importância. Não nos podem acarinhar, abrandar a dor de estar só ou doente ou velho. Necessitamos urgentemente de apoio.
    Pensam que este País, com todas as promessas disto e daquilo, tem respostas para dar? Olhem e oiçam: andam todos atarefados a respeitar os prazos da Troica, a retirar direitos ao povo que trabalha e àquele que já trabalhou, a dar-nos estatísticas dramáticas sobre o desemprego…
  No meio deste desinteresse de quem tem o dever de prover ao bem-estar das populações, a indiferença cai sobre as pessoas reais, aquelas que são seres individuais com carências e prioridades a resolver que vão sendo relegadas para um depois que nunca chega.
   Pelo que foi dito, pela nossa velhice presente ou futura, pela protecção que todos os seres merecem quando o seu tempo de maior fragilidade chegar, sejamos os primeiros a tomar decisões que possam mudar o que ora se passa no local em que vivemos, no País que deveria ser de todos e parece só estar preparado para alguns.
  O Testamento Vital é uma ferramenta que devemos aproveitar para registarmos conscientemente decisões que só a nós pertencem. Não deixemos de procurar as informações necessárias acerca do mesmo. Quanto ao lugar em que gostaríamos de viver nesses tempos que hão-de chegar, deixemos bem claro quem decidirá sobre isso, sem vergonha nem medo de ofender quem nos/vos ofenderá sem pejo um dia.
   Posto estas palavras que me são ditadas pela vida em observação e reflexão acerca do mundo em que estamos a viver, fecho este trabalho com um desejo sincero: que as próximas gerações tenham mais força para destruir o mal e construir o bem.

Fonte: A União, publicado na Terça-Feira, dia 21 de Agosto de 2012, por Maria Conceição Brasil 

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Comunidade Vida e Paz

    
    O Voluntariado é parte integrante da Comunidade Vida e Paz. Estabelecer uma relação de confiança com os sem-abrigo que conduza a um desejo de mudança de vida é o principal objetivo da acção dos voluntários que colaboram com a Comunidade.

    Com a missão de ir ao encontro e acolher as pessoas, sem-abrigo ou em situação de vulnerabilidade social, foi desenvolvido um programa de voluntariado que abrange as várias valências da instituição: Equipas de Rua, Famílias Carênciadas, Comunidades Terapêuticas e de Inserção e a Festa de Natal com os sem-abrigo. Trata-se de uma forma de ajudar as pessoas a recuperarem a sua dignidade e a (re)construir o seu projeto de vida, através de uma acção integrada de prevenção, reabilitação e reinserção.

   Ser volutário é ser e viver em Comunidade Vida e Paz!

  "Ser Voluntário na Comunidade Vida e Paz é fazer parte duma grande família constituída por todos os voluntários da instituição. Nesta família, todos trabalhamos em cooperação, e não em competição, para o mesmo objetivo: a reinserção das pessoas sem-abrigo. Quando fazemos as nossas Voltas da Noite, ouvimos os sem-abrigo dizerem-nos: "Obrigado". Mas somos nós, voluntários, que devemos dizer "obrigado" às pessoas pois aprendemos imenso com elas. No final de uma Volta da Noite, sentimos que crescemos como seres humanos."

   É o testemunho de Nuno Fraga, voluntário da Comunidade Vida e Paz.


Para mais informações:  
voluntariado@cvidaepaz.pt
http://comvidaepaz.blogspot.pt/

Seja Voluntário
Dê um pouco do seu tempo, dê um pouco de si. 

  Faça parte desta Família, inscreva-se em www.bolsadovoluntariado.pt


 Fonte: Revista AMANHECER nº14, Setembro de 2012

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Comentário acerca do artigo "Governo aprova "trabalho social" para beneficiários do RSI", do Jornal Diário Insular

     Ontem publiquei um artigo que retirei do Diário Insular, intitulado de "Governo aprova "trabalho social" para beneficiários do RSI", onde é declarado que o Governo aprovou um diploma que estabelece as regras do trabalho a ser desempenhado pelos beneficiários do Rendimento Social de Inserção.
    Como se costuma dizer: "Antes tarde do que nunca", pois esta medida já devia ter sido tomada à muito tempo. Assim, acaba-se com o dinheiro fácil, obrigando os beneficiários a trabalhar, porque se não o fizerem não terão direito ao subsídio.
    A preguiça, a falta de responsabilidade e o "parasitismo" estavam sendo alimentados pelo RSI, e embora esta medida não seja muito abrangente, é um bom começo para que esta situação termine.
    A maioria dos beneficiários do RSI vivem às custas daqueles que trabalham, e em troca de quê? Estar em casa no sofá ou no café todo o dia, despreocupados e sem responsabilidades.
    E se lhes perguntamos porque não procuram emprego, ouvimos como resposta "Vou trabalhar onde? Não consigo arranjar emprego!". Muitas instituições têm falta de voluntários, as Câmaras Municipais e Juntas de Freguesias não têm pessoal suficiente para responder às suas necessidades. Há relvas para cortar, matas para limpar, jardins para cuidar, zonas para pintar, etc, etc.. são pequenas coisas que se podem fazer a troco do Rendimento Social de Inserção. Trabalho não falta e não é isso que irá roubar o lugar dos outros trabalhadores, porque há muito para fazer.
   Não só isto seria justo para a população trabalhadora, como também seria uma forma de integrar o sujeito na sociedade, criando relações de amizade, estimulando a sua responsabilidade e auto-estima, e de alguma forma compensar a prestação que recebem.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Governo aprova "trabalho social " para beneficiários do RSI

  
    O trabalho social não deverá ocupar mais de 15 horas semanais e será dirigido a pessoas com capacidade ativa para trabalhar. Não parecem existir razões para a medida não avançar na Região.
      Foi aprovado em Conselho de Ministros o diploma que estabelece as regras de trabalho a desempenhar pelos beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI).
    Este trabalho socialmente útil não deverá ocupar mais de 15 horas semanais e três dias úteis. Será direcionado, em termos gerais, para instituições e serviços ligados às autarquias.
    De acordo com o ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares, apenas são abrangidos por esta medida cidadãos com capacidade ativa para trabalhar e "sem idosos ou crianças a se cargo".
     O governante deixou claro que "se alguém recusar a desempenhar essa tarefa socialmente útil perderá a prestação social".
     O passo "surge como forma de ativação social e comunitária por parte dos beneficiários da prestação de RSI, através da colaboração com entidades que desenvolvem este tipo de atividades, prestando desta forma um importante contributo cívico a favor da comunidade onde se inserem, adiantou Pedro Mota Soares.
     Aos beneficiários do RSI "fica garantido o desenvolvimento de outras formas de inserção na sociedade, como sejam a procura ativa de emprego ou a elevação das suas competências através da frequência da escolaridade obrigatória ou de formação profissional", avançou, em declarações citadas pela Agência Lusa.
    "Quanto mais integrado estiver o cidadão, mais facilidade terá em criar redes de ligação com ofertas de emprego e oportunidades que venham a surgir", adiantou. "Tenho a certeza que a esmagadora maioria dos portugueses compreende esta lógica e apoia esta lógica", acrescentou.
    As novas regras de atribuição do RSI, aprovadas recentemente pelo Governo, entraram em vigor em Julho.
    O diploma realiza uma revisão global do regime jurídico do RSI, reforçando o caráter transitório e a natureza contratual da prestação, constitutiva de direitos e obrigações para os seus beneficiários, reforçando a obrigatoriedade de procura ativa de emprego.

Fonte: Diário Insular, 24 de Agosto de 2012

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Perspectiva Social em "action"


     Eu, Lisandra Rego, estou oficialmente de volta ao mundo do Blog.

    Inicie-me com "Um Renascer Vitalício", mas até então, não sabia o que publicar e acabei por perder o interesse. Há já algum tempo que tencionava voltar, e como futura profissional de Serviço Social, e porque é um assunto que deverá ser do interesse, não só meu, mas de todas as pessoas, pensei em abordar o Social e o que está relacionado com ele. Portanto, aqui estou eu cheia de "pica" para voltar a "blogar"!

   Perspectiva Social, foi o título que escolhi e porquê? Muito simples! Tal como o nome indica, o blog apresentará um panorama real da sociedade actual.

   Espero que o blog seja do vosso agrado. Fico à espera do vosso parecer.